12 outubro, 2011

A Pipoca Mais Doce: ModaLisboa Day#4 by SEAT

Não são tangas, são sungas e (nunca pensei dizer isto) lindas ;)

20 maio, 2009

Porque é que ninguém faz comentários no blog? São todos via msn ou Gtalk... snif


Rir é o melhor remédio!

O riso é para mim tão necessario como respirar. Eu aproveito todas e quaisquer oportunidades para sorrir, rir ou gargalhar. É da minha natureza.

Naturalmente há pessoas que me consideram um caso patológico, é normal. De facto, às vezes acontece-me rir às gargalhadas sem saber porquê. É que há gargalhadas tão irresistíveis que começo também a rir por contágio, sem saber porquê! Cada vez menos, é certo, e tenho pena.


Sou uma partidária do riso, e, nesta altura de vacas magras, asseguro-vos que é um excelente combustível para nos manter activos e optimistas. Para além do mais, é um calmante gratuito e sem efeitos secundários.

Pelos vistos não sou a única. Pesquisas recentes suportam que as gargalhadas dadas com vontade (não aquelas que somos forçados a dar quando o chefe conta uma piada sem graça...) podem produzir o mesmo efeito de uma sessão no ginásio: protegem o coração, aliviam o stress, fortalecem o sistema imunológico, facilitam a digestão e "limpam" os pulmões.


Vejamos melhor o riso e os seus benefícios:

"FISIOLOGIA DO BOM HUMOR
Quando soltamos uma boa gargalhada, nem imaginamos de que forma estamos a ajudar o nosso organismo. Conheça o impacto que os risos têm no corpo humano:
- CoraçãoO ritmo cardíaco acelera. Em alguns casos, os batimentos podem atingir 120 pulsações por minuto - em repouso, o coração tende a bater, em média, 70 vezes por minuto. Quando a pulsação aumenta, existe mais sangue a circular pelo organismo, o que provoca uma maior oxigenação dos tecidos.
- PulmõesDurante uma gargalhada, a absorção de oxigénio pelos pulmões aumenta. A inalação de ar é mais profunda e a expiração mais forte. Com a maior ventilação pulmonar, o excesso de dióxido de carbono e vapores residuais é eliminado, promovendo uma «limpeza».
- Músculos abdominaisOs músculos mais trabalhados durante uma gargalhada são os abdominais. Os movimentos funcionam como uma espécie de massagem para o sistema gastrintestinal, melhorando a digestão.
- Vasos sanguíneosCom o maior bombeamento de sangue promovido pelo coração, os vasos sanguíneos dilatam-se, originando uma redução da pressão arterial.
- Sistema imunológicoDurante a gargalhada, os níveis de hormonas do stress baixam. Com menos cortisol e adrenalina a circularem no organismo, o sistema imunológico fortalece-se. Produzidas nos gânglios linfáticos e na medula óssea, as células de defesa do organismo não só aumentam em quantidade como também se tornam mais activas. De destacar os linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos, e os linfócitos T, que detectam vírus ou bactérias. Além destes, são também importantes a imunoglobina A, um anticorpo essencial no combate às infecções do foro respiratório, e as células NK (natural killers), que permitem destruir as células cancerígenas."
© 2001 by Editora Abril. Todos os direitos reservados.


Para comprovar que estiveram atentos ao texto, e já devidamente alertados para os grandes benefícios do riso, façamos um pequeno teste. Em casa frase, escolha a hipótese que prefere:
1. a) Gargalhada vs b) Choro
2. a) O primeiro sorriso das nossos filhos vs b) O primeiro beicinho triste

3. a) Uma cara alegre vs b) Um ar carrancudo

4. a) O sorriso da florista ou b) O ar austero do senhor do talho

5. a) A tranquilidade do colega ou b) O ar zangado do chefe

Quem respondeu inequivocamente às hipóteses a) - É feliz e está bem consigo próprio.
Quem tem um mix de hipóteses a) e b) - Cuidado... caso difícil, mas ainda nem tudo está perdido.
Quem opta maioritariamente pelas hipóteses b) - Desista de se questionar porque é que não tem amigos.

Nota: Este teste é completamente tendencioso e não comprovado!

Divirtam-se! Tristezas não pagam dívidas e um sorriso abre muitas portas!



19 outubro, 2007

Tem dias...





Mónica sempre pensou que quando tivesse completado 40 anos de vida fosse mais sábia em relação aos outros, mas isso era passado.
Hoje em dia estava perfeitamente consciente de que nunca haveria de compreender as pessoas. Todos tinham as suas limitações e esta era uma das dela. Já se tinha habituado. No entanto, era sempre uma coisa com a qual lidava mal. Porque continuava com ilusões?
Sem estratégia política de espécie alguma, Mónica viu através dos anos o seu objectivo de vida cada vez mais se consolidar num só. Trabalha porque gosta, e porque precisa, mas sem objectivos de carreira, ou seja gosta do que faz e gostaria de poder viver sem preocupação demasiada com dinheiro.
O seu grande objectivo sempre foi a conquista da felicidade, e essa sempre teve (e agora mais que nunca) certeza de que se conseguia no âmbito pessoal. Se no trabalho não era de todo ambiciosa, na vida pessoal a atitude era outra completamente diferente: queria tudo.
Em dias como este, em que tudo parece correr mal, Mónica pensava que se tinha enganado nos seus esforços: 21 anos seguidos a trabalhar, sempre com emprego, sempre estável, também são 21 anos com 3 maridos e consequente instabilidade pessoal. Os seus esforços estavam a ser mal dirigidos…
Ela sabia que tinha de redefinir o seu plano de vida… Consciente de que não era perfeita, muito pelo contrário, tinha bons princípios e bom coração, e isso ninguém lhe podia tirar.
Acabou-se a importância de os outros gostarem ou não dela, afinal não estava a concorrer para miss simpatia.
Acabou-se a humildade e o sempre querer sarar o mal alheio.
A manhã dos seus 40 anos tornar-se-ia no verdadeiro despertar para as coisas importantes da sua vida: a felicidade só a obtém com os seus filhos, família e amigos. Com esses sim, consegue atingir a verdadeira felicidade.
Tem dias em que sente que tem tudo na vida…Hoje não é um deles.

26 julho, 2007

Ele há cada uma...


Tive que organizar um jantar. Convites seguiram, respostas chegaram. Na véspera tive de confirmar os que não tinham respondido e se iam com S.O. (significant others). Tive a seguinte resposta: Não, vou só eu, que o meu marido anda muito ocupado a comer a empregada quando eu não estou".

Anda aqui uma pessoa sossegadinha da sua vida a fazer o seu trabalhinho e tem que ouvir destas. Nem sabe o que responder. É muito difícil ficar sem palavras, mas desta vez fiquei!

03 maio, 2007

Os portugueses

Estive a semana passada numa conferência internacional, que este ano decorreu em Cascais. Nada a dizer, embora a logística de evento destes para mais de 100 pessoas não seja pêra doce.
Não fosse uma das guias turísticas deste nosso belo pais à beira mar plantado, a coisa tinha corrido 99% perfeita.
Esta senhora, de nome Madalena, contava aos alegres turistas, partes da história do nosso pais relacionadas com o que íamos vendo: falou dos Jerónimos, do Marquês de Pombal, de Alfama e do castelo como uma verdadeira profissional!
O pior era para quando lhe dava para os fait-divers. Eis algumas “pérolas” da senhora:
- Quando passámos pela marginal, e à falta de melhor coisa para dizer… “vão ver muitas pessoas a passear na marginal, o facto é que dizem que vão fazer exercício, mas não correm mais de 5 minutos, ficando a restante hora a meia sentados na esplanada a beber café ou cerveja, não que bebam cerveja de manhã, mas bebem realmente muito…”
- “Um europeu do norte é muito mais rápido do que um português. Enquanto um português anda 100 passos, um alemão por exemplo, já avançou 200…”
- “O primeiro-ministro de Portugal é o José Sócrates, mas ninguém está satisfeito com o governo…”
- “Os portugueses são desorganizados, é genético, não há nada a fazer”
Havia outras frases igualmente “engraçadas”, mas felizmente já consegui esquecer!
De cada vez que a senhora abria a boca com semelhantes frases, os meus colegas estrangeiros olhavam para mim com um sorriso rasgado na face. A mim só me restava a alternativa de levar as mãos à cabeça com vergonha de tais afirmações.
Mas a coisa acabou por se compor. A palavra passou como um rastilho de pólvora e todos os estrangeiros queriam viajar no mesmo autocarro que a Madalena, dizendo que ela era óptima entertainer e divertiram-se imenso com os dizeres e saberes da senhora.
Só digo é uma coisa: ainda bem que ela se esqueceu de dizer que os portugueses têm memória de peixinho dourado J

11 abril, 2007

As amigas (ou talvez não...)


Às vezes dou por mim a pensar no que é que as pessoas realmente esperam de nós!Aparentemente a resposta está na ponta da língua:
O chefe e os colegas - que façamos o nosso trabalho de uma forma inquestionavelmente correcta e expedita.
A família - que estejamos presentes, à mão-de-semear para qualquer eventualidade, com uma conduta familiar irrebativelmente dentro dos bons costumes e que "não lhes demos desgostos" fazendo da nossa vida o que queremos e não o que esperam.
E os amigos? Supostamente a resposta é clara e rápida: que sejamosfelizes! Mas não, nada disso. Alguns amigos do sexo oposto esperam que estejamos sempre lindas enquanto olham para nós com aquelas "miradas" cheias de segundos-sentidos. Que sejamos bibelots, não percebamos nada da conjuntura económica ou política, que os deixemos ver o futebol em paz... O que para mim, tudo bem.
Mas, e as nossas amigas, o porto de abrigo sempre disponível quando somos esbofeteadas pela vida, quando queremos dizer disparates ou partilhar as boas notícias e as nossas "coisas de mulheres"? Sempre soube que as amigas de sempre são insubstituíveis, mas o que eu ainda não me tinha apercebido é que possuiam um lado negativo, menos bom digamos, no relacionamento que mantêm connosco. Porque se a conversa é corriqueira, feita de pequenos nadas ou de assuntos sérios mas do compto geral a coisa corre lindamente. Se o assunto é homens e o nosso suposto envolvimento com eles a coisa muda de figura. Se é só sexo ocasional, tudo bem, deleitam-se com o assunto, querem saber todos os pormenores e esperam que termine em breve e que passemos ao próximo. Nestes casos, pelo que entendi, não há barreiras na escolha do eleito, pode ser qualquer um desde que seja homem. Não interessa se é apresentável ou não visto que não vamos conviver com ele socialmente, não interessa se é minimamente inteligente porque não pretendemos conversar com ele, não interessa se são sensíveis aos nossos assuntos porque num instantinho os despachamos e eles não têm nada a ver com a nossa vida, ora essa, era só o que faltava! Nem tão pouco se são comprometidos, se são ex-namorados de amigas antigas ou recentes, se têm filhos, se são mais novos ou antes pelo contrário. A única função deles na nossa vida terá de ser forçosa e unicamente sexual. E eu debato-me com estes conselhos e informações diversas que não faço ideia como gerir. Porque por mais que explique, e até faça desenhos, algumas não entendem como é possível manter um relacionamento com alguém por mais de 15 dias. E também não sabem o porquê - se somos mulheres seguras, independentes financeiramente e com mais de 30 anos, e especialmente se já temos a nossa conta de divórcios/separações, filhos... temos mais é que ser pela variedade e não pela qualidade! Todos temos direito à nossa opinião, a um modo próprio de sentir as coisas e de viver a vida, mas será que podemos realmente manipular as pessoas no sentido de agirem exactamente como nós? Será justa a crítica àquilo que não conseguimos entender ou seguir fielmente nas nossas próprias vidas? Que se passa com as mulheres, especialmente com as que gostamos? Porque para elas, se a amiga tem um relacionamento, parece que está acometer o maior pecado do mundo e já nem sequer querem privar com elas. Nem querem já saber o que sentimos. Dizem que estão muito bem sozinhas, que são independentes dos homens, mas passam a vida à procura do príncipe encantado, reclamam dos relacionamentos passados mas são intransigentes em relação aos futuros possíveis. Mas continuam a ser as nossas amigas - com todos os defeitos e virtudes humanos e compreensíveis; as que já nos viram chorar ou a rir compulsivamente. Mais ainda quando nos criticam pelas nossas escolhase nos põem tristes. As amigas que mimo, amo e mereço, como faço com os homens. Afinal, ninguém é perfeito nem só nos faz sentir bem, mas a vida só se constrói assim.

Pensamento do dia

A vida é bela, por favor tentem não dar cabo dela!

21 novembro, 2006

Cavalheirismos


Nunca fui a favor da igualdade entre homens e mulheres. Admito, é uma lacuna na minha personalidade; eu que sou apologista do termo ‘pessoas’ e não de ‘os homens’ ou ‘as mulheres’, e que detesto generalismos do estilo ‘cabe tudo no mesmo saco’!
Confesso que me horroriza o facto de nas casas de banho públicas as mulheres serem senhoras e os homens não serem uns senhores e nem sequer serem tratados como tal pois que têem que fazer o seu xixi em frente de outros, mas enfim...
Nunca fui pela igualdade porque sou pela superioridade. Gosto tanto de ter mais direitos que os homens! Claro que estou a falar unicamente na vida social, não sou assim tão retrógada ou iludida. Usos e costumes do antigamente que sabem tão bem perpetuar. Os homens brindarem-nos com aquelas regras de educação à antiga: abrirem-nos as portas, pagarem os jantarinhos, darem-nos a mão para subir escadas quando estamos com aqueles saltos, mimarem-nos porque “somos mais frágeis”... enfim essas pequenas coisas que nos alegram os dias.
Serem gentis e atenciosos, correctos e honestos, divertidos e educados.... mas isso já toca a todos(as).

09 novembro, 2006

Alerta Geral à População Solteira


Façam o que fizerem, digam o que disserem, a verdade é que a partir de certa idade, toda a gente é ex de alguém. Portanto deixem-se de pruridos tipo aquele é ex-namorado de fulana, ou ela é ex-mulher de cicrano.... E???? Em que é que isso vos adianta ou atrasa a vida??? EX quer dizer que pertence ao passado. Vivam a vida virados para o presente e para o futuro, carregadinhos de optimismo e de saber estar. Não há mal nenhum em os ex dos outros serem os nossos presentes, a não ser claro, que sejam serial killers e mesmo assim... :P

O Síndrome dos Príncipes Árabes

Há já uns tempos privei com um homem por quem me encantei. De facto o sujeito tinha tudo: encantador, gentil, esperto como um alho, cheio de sentido de humor, educado e inteligente. Não lhe faltava também uma boa figura.

Passámos noites muito divertidas e interessantes. Por meses se arrastaram as nossas conversas. Era sempre um prazer trocar impressões/ideias com ele sobre os mais variados assuntos. Eram cultas, inteligentes e divertidas, umas sobre assuntos importantes gerais como a educação dos filhos ou o sentido de familia, por exemplo, e outras simplesmente privadas, mas todas terminavam com aquela sensação de bem-estar, de se ter aprendido algo ou de ter descoberto que afinal existe alguém que pensa e sente as coisas como nós. Especialmente raro sendo de sexos opostos!
O idílio durou meses! Todos eles felizes e cheios de boas gargalhadas, que decorreram à velocidade da luz, graças a essas mesmas conversas.
Mas, claro, havia um senão: a maioria delas foram mantidas via e-mail, msn ou telefone que aproximam de facto mas não juntam as pessoas.
Afinidades realizadas, promessas trocadas o facto é que a vida que ele afinal mantinha, vim depois a descobrir (como diz uma amiga: "o mundo é uma varandinha"), equivale à de um príncipe árabe – tem os meios, educação, o saber estar, tudo em bom, mas mantém um harém! Consegue ter o melhor de dois mundos: as mulheres que querem (o que lhes transmitem o sentido de aventura e de conquista) e uma família (que lhes dá estabilidade).
Então, cicatrizadas as feridas, uma epifania: os homens (e aqui generalizo porque eles andam ai), não, não é que não saibam o que querem, ou aquela velha frase "dizem que querem uma coisa e fazem outra", não senhor, eles sabem muito bem, não conseguem é explicar com sucesso. Por isso como ajuda aos mesmos (não, não é preciso agradecerem) expliquem que sofrem do "sindroma do príncipe árabe" e já está.
Deixam lá é as mulheres ocidentais descansadinhas e metam-me com as odaliscas. Só vos fica bem. Senão, ainda têm outra solução: Emigrem (o que por acaso foi o que este meu "amigo" fez!!!).
;)

13 outubro, 2006

Sabem aquelas pessoas que todos os fins-de-ano tomam resoluções para o ano novo, estilo lista das 10 coisas a fazer?
Todos os dias me deito e adormeço a pensar: hoje foi um dia bom. Revejo o dia mentalmente, vejo o que cumpri e o que esqueci (se me lembrar), o que aconteceu indiferente à minha vontade e tenho a sorte de dormir com um balanço positivo. Seja da minha atitude optimista perante a vida, ou então porque tenho sorte, ou mesmo porque sei seguir os sinais, o facto é que não faço grande alvoroço à volta de coisas pequenas ou contratempos menores. Aceito os outros, o que me rodeia, os meus fados. A realidade é que me dou bem com esta fórmula. Podia ser muito mais feliz, estar muito melhor na vida, dizem-me. Na realidade o que nos diferencia é que a maior parte das pessoas procura adormecer com a frase: hoje foi um dia excelente. A procura da excelência é exaustiva, injusta e cruel. Cria pessoas ressabiadas e que vivem com o constante complexo “calimero”, nunca se apercebendo das coisas excelentes que já têm nas suas vidas. Tolda-lhes a visão e mistura-lhes os objectivos. Por isso eu nunca faço listas e vou vivendo cada dia como escolho e quando falho, zango-me comigo própria certamente, mas logo me lembro que sou apenas humana!

29 setembro, 2006

A vida é boa para mim

Seja qual for a palavra - sorte, talento, destino ou afim, o facto é que a vida é boa para mim! Não me posso queixar de todo, nem da parte profissional e muito menos a nível pessoal. Este ano tenho sido especialmente brindada com muitas alegrias: conhecer e ser querida por aquela pessoa especial, a criatura mais velha a entrar num dos melhores liceus públicos do país e a ser cada vez mais amigo aqui da mãe, a cria mais nova cada vez mais desenvolta (até demais!) e saudável, os amigos antigos e recentes que me mimam e agora a cereja no topo do espectacular bolo: um novo emprego, desafiante e trabalhoso, que me trará paz financeira e perspectivas de futuro. Para quem esteve "agarrada" 16 anos à mesma organização, é obra!!!
Após alguns dissabores passados nos últimos anos, atrevo-me mesmo a dizer que estou a passar os melhores momentos da vida! Obrigada a todos, e a mim também pois claro :)

21 setembro, 2006



Um por-do-sol fantástico no dia em que começa o Outono, para me lembrar que o verão chegará de novo! Ah, é verdade, roubei esta foto ao Zézinho :)
Apenas um meio de postar comentários em blogs que não permitem anónimos :P